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A leitura de poemas autoprogramados e de romances hipertextuais NEITZEL, A. A.; URIARTE, M. Z.; OLIVEIRA, A. de. (2024). A leitura de poemas autoprogramados e de romances hipertextuais. ETD - Educação Temática Digital, 26(00), p. e023008. DOI: 10.20396/etd.v26i00.8670076

«Esta pesquisa tem como tema a literatura disponível em meio digital. O objetivo é analisar objetos virtuais de aprendizagem de leitura disponíveis na Internet, relacionados à leitura do literário. Como resultados, indica-se que os dois objetos virtuais de aprendizagem de leitura analisados, o poema autoprogramado Árvore e o romance hipertextual Terminal, se mostraram predispostos a possibilidades de montagem e de combinação, com textualidades múltiplas, ao explorarem as propriedades oferecidas pelo computador, oportunizando grandes sortidos interpretativos e mobilizando percepções diferenciadas do leitor acerca do próprio processo de escrita e de leitura do literário.»

https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/etd/



Language, the Reader and Social Critique in Contemporary Visual and Digital Poetry SANTOS, Ana Amélia Rodrigues dos (2023). Language, the Reader and Social Critique in Contemporary Visual and Digital Poetry. Tese de doutoramento. School of Arts, University of Leicester. DOI: 10.25392/leicester.data.22147187.v1

«O projeto investiga desafios impostos pela poesia visual e digital nos nossos preconceitos sobre a linguagem e algumas das nossas atitudes sociais normativas, redefinindo o papel do leitor na experiência da poesia. O corpus principal é composto pelos poemas visuais “Woman” e “Viole(n)t” de Kathy S. Ernst, “Nome” e “Não tem que” de Arnaldo Antunes, e Eunoia e “Odalisques” de Christian Bök; e os poemas digitais “Amor de Clarice” e “Poemas no meio do caminho” de Rui Torres, e “Game game game and again game” e “A nervous system” de Jason Nelson.»

https://doi.org/10.25392/



Autoria partilhada na literatura digital: notas sobre Fantasia breve, a palavra-espuma DEICKE, D. K.; PEREIRA, V. C. (2023). Autoria partilhada na literatura digital: notas sobre "Fantasia breve, a palavra-espuma". In: Remate de Males, Campinas, SP, 43(2). DOI: 10.20396/remate.v43i2.8670614

«Entre outras importantes obras de literatura digital lusófona, analisamos no presente artigo Fantasia breve, a palavra-espuma, gerador automático de poesia idealizado por Rui Torres, com programação de Nuno Ferreira, baseado em poemas de Ana Hatherly. Interessa-nos, acerca desse projeto, indagar a complexa dinâmica coautoral que se estabelece entre os criadores supracitados e o leitor, o qual também é responsável por aquilo que lê, dado que os poemas de Fantasia breve desaparecem muito rapidamente da tela, impondo ao leitor a necessidade de decidir quais porções do texto ler e quais ignorar.»

https://periodicos.sbu.unicamp.br/



O Diálogo entre as Artes e a Literatura nas Aulas de Português LIRA, Marta Botelho & MATSUDA, Alice Atsuko (2022). Árvore: ecologia na literatura impressa e na literatura digital - uma comparação entre Rui Torres e Adélia Prado.< In: Letras, 1(63), 203–214. DOI:10.5902/2176148567280

«O objetivo do seguinte artigo é de comparar a literatura impressa da digital, a partir dos poemas “Árvore”, de Rui Torres e o poema “Anímico”, da obra Bagagem (1976), de Adélia Prado. Como resultado esperado, busca-se contribuir para pesquisas no meio acadêmico sobre literatura digital, o conceito de poesia e estudos voltados para poesia de Adélia Prado e Rui Torres.»

https://periodicos.ufsm.br/letras/



O Diálogo entre as Artes e a Literatura nas Aulas de Português VAZ, Paulo Ricardo Flausino Mafra (2022). O Diálogo entre as Artes e a Literatura nas Aulas de Português. Relatório de Estágio, 2º Ciclo em Ensino de Português (Formação de Professores). Conselho de Formação de Professores da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Orientadora: Ana Maria e Silva Machado.

«A poesia de Ana Luísa Amaral insere-se no estudo da “Poesia Contemporânea”, prevista para o 12.º Ano de escolaridade. As principais características da sua escrita que merecem destaque nesta aula são as representações do contemporâneo, as figurações do poeta e a arte poética, presentes nas reflexões do sujeito lírico em torno do processo de redação, que tem o computador como mediador (...). Porque o poema aborda problemáticas trazidas pela escrita no computador, para o diálogo entre as Artes, foi selecionado o poema digital “Cantiga”, de Rui Torres, cuja materialidade coloca questões sobre o ato de escrita embora num registo semiótico distinto.»

https://estudogeral.uc.pt/



Literatura e tecnologia: uma proposta de prática leitora a partir da literatura digital BRAGA, Cícero Santolin (2021). Literatura e tecnologia: uma proposta de prática leitora a partir da literatura digital. Editora CRV. 112 p. ISBN:978-65-251-0423-2

«O objetivo desta obra é refletir sobre o poema digital, observando elementos estéticos e multimodais, propondo, aplicando e avaliando as práticas leitoras com literatura eletrônica em sala de aula com estudantes na disciplina de Língua Portuguesa no ensino médio. (...) O corpus foi o poema Amor de Clarice, desenvolvido por Rui Torres e beaseado no conto Amor, escrito por Clarice Lispector. A partir desta escolha, acredita-se na hipótese que a poesia em meio digital é um excelente recurso a ser trabalhado pelos professores com fins didáticos na formação de leitores (...).»

https://www.editoracrv.com.br/



«As florestas não brotam, não se multiplicam, não suspiram»: ciberliteratura e educação ambiental MARQUES, Diogo & GAGO, Ana (2021). «As florestas não brotam, não se multiplicam, não suspiram»: ciberliteratura e educação ambiental. In: Entreler, 1, Plano Nacional de Leitura 2027. ISSN: 2184-8386.

«Partindo da exploração do potencial lúdico-pedagógico de processos combinatórios e permutacionais de escrileitura, no presente artigo propomo-nos discutir possíveis aplicações da ciberliteratura no âmbito do desenvolvimento de estratégias de educação ambiental, dentro e fora do campo de ação institucional. Através da análise do poema ciberliterário Árvore (2018), da autoria do investigador e poeta experimental Rui Torres, e da sua relação com práticas artivistas e hacktivistas, a ciberliteratura é colocada em diálogo com problemáticas como a sustentabilidade e a obsolescência tecnológica.»

https://www.pnl2027.gov.pt/



Especificidad cibertextual de la poesía digital. Una lectura estrecha de Amor de Clarice, de Rui Torres SÁNCHEZ-MESA MARTÍNEZ, Domingo (2021). Especificidad cibertextual de la poesía digital. Una lectura estrecha de Amor de Clarice, de Rui Torres. In: Theory Now. Journal of Literature, Critique, and Thought, 4(2), Simultaneidades, pp. 19-44. DOI: 10.30827/tn.v4i2.21261. ISSN: 2605-2822. ISSN-e: 2605-2822

«A partir de la idea inicial de la emergencia de una “literatura expandida” en la cibercultura, tomando prestado el término “extended cinema” de Weibel y Export (2003), el artículo postula la necesidad de unas categorías específicas para el estudio y crítica de la literatura digital o electrónica, poniéndolas a pruebas en una lectura estrecha (close reading) de una obra de poesía hipermedia, Amor de Clarice, del artista y académico portugués, Rui Torres.»

https://doi.org/10.30827/



Ciberliteratura e organicidade em Rui Torres VIEIRA, Maria Adelina (2021). Ciberliteratura e organicidade em Rui Torres. In: As Artes entre as Letras, nº 289, 28 abril 2021, pp. 6-7.

«Profundamente enraizado com o universo virtual da criação da ciberliteratura que o dadaísmo anuncia, Rui Torres demonstra possuir, também neste percurso da sua construção poética, um lastro inato de imaginação criativa, uma vasta erudição literária, dons que lhe outorgam uma destreza singular no domínio da (des)construção e (re)construção de textos cujos conceitos estéticos recolhe de fontes cimeiras da literatura universal e nacional.»

https://artesentreasletras.com.pt/



a separação::a(n)estesia, de Rui Torres y Ões para voz, batata frita e camões NEVES, Nuno Miguel (2020). a separação::a(n)estesia, de Rui Torres y Ões para voz, batata frita e camões, in memoriam Philadelpho Menezes de Américo Rodrigues: experimentalismo en y sobre el rectángulo. In: Barca de Palabras, 11, pp. 12-15.

«Dada la frecuencia del carácter autorreflexivo de la poética experimental, nada parece más apropiado para una discusión sobre experimentalismo poético en Portugal (el denominado rectángulo) que partir de dos piezas que hablan justamente de él. (...). [E]legimos, como cuestión de gusto personal, dos trabajos recientes: separação::a(n)estesia, una obra de 2016 [de Rui Torres], y Ões para voz, batata frita e camões, in memoriam Philadelpho Menezes, de 2009, por la voz de Américo Rodrigues.»

https://www.researchgate.net/



A formação estética do leitor de poesia em meio eletrônico BIN, Margarete Maria Soares (2020). A formação estética do leitor de poesia em meio eletrônico. Tese (Doutorado em Letras) - Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo, RS.

«A poesia, como gênero articulado às manifestações orais, aos registros escritos e aos posteriores estatutos da modernidade do impresso, está também presente nos meios digitais e em seus preceitos de interação, hiper e multimidialidade. Esta tese tem como tema a recepção das poéticas digitais, e nesse contexto literário digital o objetivo é analisar a viabilidade de formação estética do leitor em experiências de leitura que associam literatura e tecnologia. Para tanto, apresenta-se como corpus as poesias digitais Amor de Clarice (2005) de Rui Torres, Vol. 2, Água-um conto digital (2013) de Antônio Abernú, Vol. 3, Liberdade (2013), de Alckmar Luiz dos Santos et al., Vol. 3 e Cyberliterature (1977-1993), Vol. 3 de Pedro Barbosa, presentes na Organização Electronic Literature Collection.»

http://tede.upf.br/jspui/handle/tede/2043



Rui Torres, precursor de Herberto Helder e Raul Brandão: reimaginação na poética digital PETRIN GRANDE, Keilla Conceição & SILVA, Rogério Barbosa (2020). Rui Torres, precursor de Herberto Helder e Raul Brandão: reimaginação na poética digital. In: Revista da Anpoll, 51(3), pp. 211-224. DOI: 10.18309/anp.v51i3.1452

«A literatura digital é uma das vertentes da literatura contemporânea, cujos textos partem de recursos hipermidiáticos e digitais em seu processo de elaboração. (...) Nessa perspectiva, situa-se o texto Húmus - poema contínuo, do escritor português Rui Torres, que, além das várias mídias – som, imagem, texto – de que dispõe na produção do poema, estabelece diálogo com duas obras anteriores: o romance Húmus, de Raul Brandão, publicado em 1917, e o poema homônimo de Herberto Helder, de 1967. Nossa proposta é, a partir do trabalho de Torres, pensar como os meios digitais afetam a relação com o texto literário impresso, seja no ato da criação ou no da leitura, e discutir como se operam a retomada e o diálogo com as obras do passado.»

https://doi.org/10.18309/



A dissolução das noções de materialidade e autoria na ciberliteratura: Um olhar para a obra Fantasia breve, a palavra-espuma DEICKE, Débora Keppi & PEREIRA, Vinícius Carvalho (2020). A dissolução das noções de materialidade e autoria na ciberliteratura: Um olhar para a obra Fantasia breve, a palavra-espuma. In: SCRIPTA, 24(52), pp. 210-234. DOI: 10.5752/P.2358-3428.2020v24n52p210-234

«No que concerne à literatura eletrônica, há uma gama de oportunidades para a criação artística, que, por vezes, resulta em uma transgressão ao que se tem mais convencionalmente estabelecido pela literatura impressa. (...) [O] presente artigo discute, a partir da obra Fantasia breve, a palavra-espuma, do ciberpoeta português Rui Torres, conceitos de materialidade e autoria, bem como o modo como estes são ressignificados no âmbito da literatura em mídia digital.»

http://periodicos.pucminas.br/index.php/scripta/



A Selfless Proliferating Language PORTELA, Manuel (2020). A Selfless Proliferating Language. In: Portuguese Studies, 36(2), pp. 177–89. Org. Rosa Martelo e Paulo Medeiros. DOI: 10.5699/portstudies.36.2.0177

«Este ensaio analisa obras de Rui Torres ["Árvore"] e Luís Serguilha como expressões proliferativas e desreferenciadas da linguagem rumo a um horizonte desprovido de eu. As permutações factoriais que ocorrem em ambas as obras — com ou sem auxílio informático — permitem-nos imaginar uma arte literária cujo fluxo combinatório, tal como a passagem do tempo, reside na pura potencialidade e ficcionalidade da sua irrepetibilidade.»

https://doi.org/10.5699/portstudies.36.2.0177



Ensino multimodal do português: uma proposta pedagógica a partir da obra experimental-digital de Rui Torres GUERREIRO DIAS, Sandra (2020). Ensino multimodal do português: uma proposta pedagógica a partir da obra experimental-digital de Rui Torres. In: MATLIT: Materialidades Da Literatura, 8 (1), p. 105-27. DOI: 10.14195/2182-8830_8-1_6. e-ISSN: 2182-8830

«Neste artigo, apresenta-se uma proposta pedagógica para as unidades curriculares de iniciação à linguística e aos estudos literários (Português I e II), lecionadas no âmbito do curso de Licenciatura em Ensino Básico, no Instituto Politécnico de Beja. (...) A proposta tem como base a obra literária digital ["Mar de Sophia"] de Rui Torres, um dos autores recentemente integrados no Plano Nacional de Leitura (PNL).»

https://impactum-journals.uc.pt/matlit/



Literatura de convergência em Amor de Clarice, de Rui Torres SILVA, Edvânio Caetano da (2020). Literatura de convergência em 'Amor de Clarice', de Rui Torres. In: Revista Primeira Escrita, Dossiê 'Desdobramentos da Literatura Contemporânea', 7(2), pp. 71-81. ISSN: 2359-0335

«O presente trabalho tenciona fazer uma análise da obra Amor de Clarice, de Rui Torres (2005), em que a contextualizará na qualidade de literatura eletrônica. Para tanto, necessita entendê-la como uma expressão literária fora das convenções da literatura impressa tradicional. O objetivo da pesquisa será evidenciar a literatura eletrônica como expressão que acompanha o contexto histórico em que se insere; assim descartará a ideia de uma literatura em detrimento da outra, ou seja, a impressa e a digital.»

https://periodicos.ufms.br/index.php/revpres/



Questões de poesia: inquietude e transgressão da palavra poética em espaços digitais hipermodernos PAGOT, Suzana Maria Lain (2020). Questões de poesia: inquietude e transgressão da palavra poética em espaços digitais hipermodernos. In: Texto Poético, 16(29), pp. 100-113. DOI: 10.25094/rtp.2020n29a666. ISSN: 1808-5385

«Os Poemas no meio do caminho, do poeta português Rui Torres, abrem novas perspectivas de leitura e de criação poética dentro do espaço virtual e estampam a problemática latente do conceito de poesia em tempos hipermodernos. Assim, este artigo analisou as especificidades da linguagem poética a fim de averiguar como se articula o sistema poético com as particularidades da linguagem digital, contribuindo, dessa forma, para um esboço do conceito de poesia digital e de suas especificidades de leitura.»

http://dx.doi.org/10.25094/



Textos Artísticos que Geram Textos Artísticos: Uma Análise Semiótica de Motores Textuais de Rui Torres PEREIRA, Vinícius Carvalho (2019). Textos Artísticos que Geram Textos Artísticos: Uma Análise Semiótica de Motores Textuais de Rui Torres. In: MatLit, 7(1), Redes da Poesia Experimental: Circulações Materiais. pp. 153-174. DOI: 10.14195/2182-8830_7-1_9. e-ISSN: 2182-8830

«O presente artigo analisa os procedimentos semióticos por meio dos quais as interfaces de três sistemas desenvolvidos pelo artista Rui Torres (Amor de Clarice; Amor de Clarice – v.2; e Fantasia breve, a palavra-espuma – todos disponíveis no Arquivo Digital da Po.Ex: Poesia Experimental Portuguesa) sugerem modos de leitura de seus poemas gerados automaticamente pela recombinação de excertos de Clarice Lispector e Ana Hatherly. Diferente de outros estudos sobre o tema, realiza-se aqui não um close reading dos poemas gerados, e sim da interface dos sistemas (...).»

https://impactum-journals.uc.pt/matlit/



Um outro amor: uma leitura de Amor de Clarice, de Rui Torres ROCHA, Rejane Cristina (2019). Um outro amor: uma leitura de Amor de Clarice, de Rui Torres. In: Acta Scientiarum. Language and Culture, 41(1). DOI: 10.4025/actascilangcult.v41i1.42964. ISSN: 1983-4675. eISSN: 1983-4683

«A leitura de Amor de Clarice, de Rui Torres, impõe pelo menos dois constrangimentos à análise crítica. Um deles relaciona-se com o fato de que a peça submete a leitura, desde o título, à estética clariceana, quando elege como ponto de partida da criação o conto de Clarice Lispector, publicado em Laços de família, em 1960. O outro diz respeito às dificuldades que a criação digital impõe à leitura literária, no que diz respeito a sua formalização material, e que exige mecanismos de análise atentos à configuração hipertextual, bem como à convivência da linguagem verbal com outras linguagens.»

http://periodicos.uem.br/



Do vegetal ao digital em Árvore, de Rui Torres PEREIRA, Vinícius Carvalho (2019). Do vegetal ao digital em Árvore, de Rui Torres. In: Texto Digital, 15(1), pp. 137-157. DOI: 1807-9288.2019v15n1p137. ISSN 1807-9288

«Na contramão da invisibilidade que as plantas recebem usualmente nos discursos cotidianos e literários, Árvore, obra eletrônica de poesia generativa ideada por Rui Torres (2018), dá papel de destaque às espécies vegetais endêmicas da região norte de Portugal. Recombinando trechos de poemas canônicos lusitanos do século XX nos quais figuram imagens de plantas, o software mobiliza uma estrutura reticular intertextual para compor novos versos que revelam hibridizações de poemas e de espécies vegetais distintas, bem como uma aproximação entre os campos semânticos da botânica e da escrita.»

https://doi.org/10.5007/



Poéticas da/na interface: Uma leitura de Fantasia breve, a palavra-espuma PEREIRA, Vinícius Carvalho (2019). Poéticas da/na interface: Uma leitura de Fantasia breve, a palavra-espuma – Gerador automático de poemas com base em Versos de Ana Hatherly. In: Verbo de Minas, 20(35), A Literatura e os Cibercaminhos. pp. 35-54. ISSN: 1984-6959.

«O professor e pesquisador português Rui Torres, responsável pelo maior repositório online da poesia experimental portuguesa (PO.EX), é também poeta de vanguarda e produtor de softwares geradores de poemas. Esses sistemas, por meio de operações algorítmicas, geram poemas inéditos a partir de recombinações, permutas, ablações, enxertos e amálgamas de textos do cânone lusófono – procedimento caro à literatura contemporânea e potencializado quando de sua realização no universo digital. Nesse contexto, analisa-se no presente artigo Fantasia breve, a palavra-espuma, gerador automático de poemas produzido por Rui Torres com base em versos de Ana Hatherly.»

https://seer.uniacademia.edu.br/



Literatura e Cibernética MARQUES DA SILVA, Ana Maria Ângelo (2018). Literatura e Cibernética. Para uma poética dos processos generativos automáticos. Tese de Doutoramento em Materialidades da Literatura, Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

«Esta tese é dedicada ao estudo da literatura generativa. (...) No capítulo 2.4, discutiremos textos de Pedro Barbosa, Rui Torres, Mark Sample e Simon Biggs, considerando os modos como, nestes autores, o texto generativo é, acima de tudo, uma forma de interrogar a discursividade. (...) O trabalho poético de Rui Torres com o software Poemario clarifica os mecanismos da geração textual com recurso a processos combinatórios, tornando explícitas as relações entre o texto-matriz, a base de dados, e os eixos sintagmático e paradigmático. (...) Um exemplo é Húmus, Poema Contínuo.»

https://estudogeral.sib.uc.pt/



Texto Digital PEREIRA, Vinícius Carvalho (2018). Intertextualidade e estranhamento em "Amor de Clarice", de Rui Torres. In: Texto Digital, 14(1), pp. 126-138. DOI: https://doi.org/10.5007/1807-9288.2018v14n1p126. ISSN: 1807-9288

«No âmbito da literatura de vanguarda, o lugar-comum “toda obra enseja múltiplas leituras” corre um duplo risco: o de implodir, sob o peso de textos que não permitem leitura alguma (ou que a tanto se propõem), dado o hermetismo formal; e o de explodir, mediante a pressão centrífuga de obras que não são as mesmas a cada leitura sequer na materialidade textual. (...) Nesse contexto, optou-se neste artigo pela análise da obra Amor de Clarice, do poeta português Rui Torres (...).»

https://periodicos.ufsc.br/index.php/textodigital/



Amor de Clarice: o poema digital e o leitor jovem BRAGA, Cícero Santolin (2018). Amor de Clarice: o poema digital e o leitor jovem. Dissertação (Mestrado em Letras) - Universidade de Passo Fundo, Passo Fundo, RS, Brasil.

«Esta pesquisa tem como tema o trabalho da literatura digital na escola e envolve a aplicação de práticas leitoras na sala de aula na disciplina de Língua Portuguesa no ensino médio. (...) O corpus utilizado na análise foi o poema digital Amor de Clarice, desenvolvido por Rui Torres.»

http://tede.upf.br/



Revista Araticum PEREIRA, Vinícius Carvalho (2018). Releitura, Transformação e Impermanência em 'Amor de Clarice – V.2', de Rui Torres. In: Revista Araticum, 17(1). ISSN: 2179-6793.

«Optou-se neste artigo pela análise da obra Amor de Clarice – v.2, do poeta português Rui Torres, a fim de compreender como esta, valendo-se de distintos recursos técnicos digitais, enseja efeitos estéticos em que se destacam a releitura do conto “Amor”, de Clarice Lispector (1998); a transformação de um sistema computacional, da versão 1 para a versão 2, para fins artísticos; e a impermanência dos signos dispostos na interface do software-poema, sempre movediços, permutáveis e efêmeros.»

https://www.periodicos.unimontes.br/index.php/araticum/



Literatura e Cultura Digitais: da Formação à Atualidade WIESE, Maíra Borges (2017). Literatura e Cultura Digitais: da Formação à Atualidade.. In: Hipertextus Revista Digital, 17, pp. 45-64. ISSN: 1981-6081

«Este artigo pretende traçar um breve histórico da mediação digital de nossa cultura e, paralelamente, da formação da literatura digital. Ele parte da percepção de que é fundamental pernsarmos como e por que esta literatura é representativa de nosso tempo, sendo ela produto de um processo de transformações tecno-ideológicas que resultariam na chamada cultura digital. (...) Poemas no meio do caminho (2009), do poeta português Rui Torres, é um exemplo de obra que reúne as características acima mencionadas, e que se torna ideal para pensarmos a literatura digital, o computador e a cultura digital.»

https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/hipertextus/



FronteiraZ MARTINS DIAS, Anair Valênia & Fábio Tibúrcio (2017). Para além da palavra: multissemiose e hibridismo na urdidura do ciberpoema.. In: FronteiraZ: Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica Literária, 19, pp. 253-271. DOI: 10.23925/1983-4373.2017i19p253-271. ISSN: 1983-4373

«O presente artigo tem como objetivo principal discutir o gênero discursivo multissemiótico ciberpoema. Para tanto, propõe-se um percurso histórico para o entendimento da migração da poesia visual para o espaço virtual. (...) São analisados três ciberpoemas de Augusto de Campos – Criptocardiograma, Semsaída e ininstante, bem como o ciberpoema Poemas no meio do caminho, de Rui Torres e Worthy Mouths, de Maria Mencia.»

https://dx.doi.org/10.23925/



Uma estética da deriva digital em Mar de Sophia, de Rui Torres PEREIRA, Vinicius Carvalho (2017). Uma estética da deriva digital em Mar de Sophia, de Rui Torres. In: Navegações. Revista de Cultura e Literaturas de Língua Portuguesa, 10(1), pp. 12-22. DOI: 10.15448/1983-4276.2017.1.25206. ISSN-L: 1982-8527. e-ISSN: 1983-4276

«A fim de indagar os impactos da crescente liquefação cultural e discursiva no âmbito da lírica contemporânea, este artigo analisa a obra digital Mar de Sophia, de Rui Torres. Misturando recursos multimídia e procedimentos da lírica moderna, Torres relê poemas de Sophia de Mello Breyner Andresen, transpostos para o suporte digital e transcriados por recursos intertextuais de recorte, colagem e hibridação.»

http://doi.org/10.15448/



As Vísceras do Amor de Clarice TAVARES, Otavio Guimarães (2017). As Vísceras do Amor de Clarice. In: Caliban: Revista de Letras, Artes e Ideias. ISSN: 0000311

«Existem obras que se oferecem como exceção. Um caso destes é a relação entre o conto de Clarice Lispector, “Amor”, publicado em Laços de Família, e o poema hipermídia Amor de Clarice elaborado por Rui Torres. Se o conto consiste em uma das maravilhas da literatura brasileira, a transcriação de Rui Torres não apenas faz jus a beleza do conto, sendo uma obra prima da literatura portuguesa contemporânea, mas consegue criar uma obra com peso e força que nos leva a uma reversibilidade, vendo não só o conto no poema, mas o poema no conto.»

https://revistacaliban.net/



L’obra de Rui Torres com a lectura poètica CALLEJON, Carme (2016). L’obra de Rui Torres com a lectura poètica. Una anàlisi de les obres Amor de Clarice, Um corvo nunca mais i Mar de Sophia. Presentació treball obra de Rui Torres com a lectura poètica. Institut de Formació Contínua. Universitat de Barcelona.

«Torres respecta l'autèntica essència de les obres de les quals n'extreu el text per generar els seus poemes. El poema entès com a base de dades i algoritme. Multimedialitat, interactivitat i combinatòria.»

https://pt.slideshare.net/carmecfont/



Litterata - Revista do Centro de Estudos Portugueses Hélio Simões, 6(2) FRANÇA, Lueny Amanda Oliveira; SOARES, Mailson De Moraes & LEAL, Izabela Guimarães Guerra (2016). Poesia experimental portuguesa e a recriação da poesia canônica. In: Litterata - Revista do Centro de Estudos Portugueses Hélio Simões, 6(2), pp. 141-151. DOI: 10.36113/litterata.v6i2.1076. ISSN: 2237-0781

«Abordamos poesias experimentais produzidas com base em obras de autores canônicos. Os poemas analisados são: “Amor de Clarice” (2005), poema digital de autoria do poeta Rui Torres, alicerçado no conto “Amor” (1960), de Clarice Lispector. E o poema “Autopsicografia”, elaborado por Abílio José Santos, baseado no poema homônimo de Fernando Pessoa.»

http://periodicos.uesc.br/index.php/litterata/



Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, 47 MADURO, Daniela Côrtes (2016). Histórias por um fio: narração mediada em tempo real. In: Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, 47. Literatura e novas mídias. Rejane C. Rocha, org., pp. 119-140. ISSN: 1518-0158. eISSN: 2316-4018

«As "histórias por um fio" são histórias cuja integridade é de alguma forma ameaçada pelas condições em que é transmitida. Nestas histórias existe uma exploração estética das propriedades ou limitações do meio. (...) Rui Torres, com sua equipe, associou a apropriação do conto "Amor" (1960) de Clarice Lispector a uma reinterpretação. O poema de Rui Torres, intitulado Amor de Clarice (2005), pode ser considerado como uma mutação do conto de Lispector.»

https://www.scielo.br/j/elbc/



comunicação & educação REBECHI JUNIOR, Arlindo (2016). Rui Torres e a poesia digital: as novas formas de produção e interação na poesia experimental. In: comunicação & educação, Ano XXI, número 1, pp. 137-146. DOI: 10.11606/issn.2316-9125.v21i1p137-146

«Apresentação do poeta português Rui Torres, com a focalização em sua[s] produç[ões "Amor de Clarice" e "Poemas encontrados"] em meios digitais.»

http://www.revistas.usp.br/comueduc/



Por uma lírica além do papel FREITAS, Naiana Pereira de. (2016). Por uma lírica além do papel: o traço da memória em Ângela Vilma. Dissertação (Mestrado em Literatura e Cultura) - Universidade Federal da Bahia, Salvador. 141 f.

«Propõe-se um panorama da produção poética veiculada na internet na contemporaneidade, através de uma leitura comparativa entre o poeta português Rui Torres (1973) e a poetisa Ângela Vilma (1967). Essa abordagem visa estabelecer mais distanciamentos do que aproximações do fazer poético dos autores mencionados. [Sobre: "PoemAds - Sob o signo da devoração"]»

https://repositorio.ufba.br/ri/



Outraged Poetics LÓPEZ MARTÍN, Alberto. (2015). Poéticas Indignadas: Una Aproximación Afectiva a la Poesía Peninsular en el Panorama de la Crisis Financiera de 2008. Tese de Doutoramento, Department of Modern Languages and Linguistics, Florida State University. 216 f.

«Esta dissertação pretende estudar os modos como a poesia ibérica contemporânea se move (no duplo sentido de tocar emocionalmente e mobilizar politicamente) e, portanto, pode potencialmente produzir diferentes modelos de sociabilidade no contexto da crise financeira de 2008 em Portugal e Espanha. (...) O segundo capítulo é dedicado àquelas poéticas centradas numa reelaboração da linguagem para fins subversivos. (...) Nesta parte analisarei obras de María Salgado, Enrique Falcón e Antonio Méndez Rubio juntamente com o poeta hipermédia português Rui Torres; estes autores distanciam-se da poética figurativa e abraçam a abertura e a indeterminação, experimentando vários meios e elementos vanguardistas. [Sobre: "Amor de Clarice"]»

http://purl.flvc.org/



FronteiraZ URTASUN, Rosa Fernández (2015). Art, Literature, and New Technologies.. In: Performing Cultures, edited by Jakub Petri. Kraków: Wydawnictwo LIBRON – Filip Lohner. pp. 261-270. ISBN: 978-83-65148-42-1

«Poemas no meio do caminho, elaborados por Rui Torres (2009) em português, oferecem ao leitor diferentes possibilidades de leitura, dependendo das suas decisões de navegação. (...) O poema apresenta duas interfaces – uma vertical e uma horizontal; Vou centralizar na horizontal. A visão elegante do poema é alcançada através da criação de uma paisagem textual com infinitos pontos de fuga em todas as direções.»

https://dadun.unav.edu/



CASA: Cadernos de Semiótica Aplicada, 13(2) GOMES, Regina Souza (2015). O Enunciatário em poesias digitais. In: CASA: Cadernos de Semiótica Aplicada, 13(2), pp. 343-369. DOI: 10.21709/casa.v13i2.8017. eISSN: 1679-3404

«As mudanças produzidas pelas novas práticas de relações intersubjetivas na internet, envolvendo os textos poéticos publicados na web, merecem a atenção dos estudiosos do discurso. Neste artigo, analisaremos o estatuto de participação do enunciatário de poesias digitais de língua portuguesa, a partir do quadro teórico da semiótica de linha francesa, observando seus modos de presença e práticas de leitura, apreensíveis pelos próprios enunciados. [Sobre: "Amor de Clarice"; "Poemas no meio do caminho"]»

https://doi.org/10.21709/



Diálogos Intersemióticos: Criação e Fruição de Poesia em Meio Digital XAVIER, Nara Rúbia Gomes Duarte & SILVA, Débora Cristina (2015). Diálogos Intersemióticos: Criação e Fruição de Poesia em Meio Digital. In: Educere XII Congresso Nacional de Educação. Formação de professores, complexidade e trabalho docente, PUCPR 2015, Brasil. pp. 27973-27986. ISSN 2176-1396.

«Este trabalho propõe uma reflexão sobre os processos que norteiam a produção e a fruição literária, no contexto social da cibercultura, ao fazer referência à poesia digital e à nova postura do leitor diante desse contexto. (...) Para isso, realizou-se uma pesquisa teórica, de natureza qualitativa, com análise de conteúdo de diversos poemas digitais, apresentando-se aqui a análise do ciberpoema Amor de Clarice, do webpoeta português Rui Torres, por tratar-se de um exemplo elucidativo de criação digital, elaborada como releitura do conto Amor, da ficcionista brasileira Clarice Lispector. A metodologia consistiu no enquadramento teórico, análise e transposição didática de poemas digitais de Rui Torres e Antero de Alda, por meio de oficinas com professores da Escola Básica.



Actas: La Literatura en pantalla: Textos, Lectores y Prácticas Docentes DOMÉNECH, Oreto (2014). Poesia digital: què mirem quan llegim poesia en la pantalla? In: Actas: La Literatura en pantalla: Textos, Lectores y Prácticas Docentes. Simposio Internacional. pp. 84-97. ISBN: 978-84-942706-4-2

«La poesia digital és un text literari creat mitjançant eines electròniques i pensat exclusivament per al mitjà digital. Els poemes digitals no són traslladables al paper i només podem llegir-los a través d’un dispositiu electrònic. (...) El moviment i el so són aspectes essencials en les obres Amor de Clarice, de Rui Torres, Underbelly, de Christine Wilks i abcdefhhijklmnopqrstuvwxyz de Jörg Piringer, perquè són els mecanismes mitjançant els quals es construeix el significat del poema.»

http://www.gretel.cat/



Reflexos Poéticos: diálogos entre Apollinaire, Neoconcretismo, Poema/Processo e a poesia eletrônica de Erthos Albino de Souza, Fernando Nabais, Giselle Beiguelman e Rui Torres FAJARDO, Luís Cláudio Costa (2014). Reflexos Poéticos: diálogos entre Apollinaire, Neoconcretismo, Poema/Processo e a poesia eletrônica de Erthos Albino de Souza, Fernando Nabais, Giselle Beiguelman e Rui Torres. Tese de Doutoramento em Letras - Estudos Literários. Universidade Federal de Juiz de Fora, Brasil.

«Esta tese sustenta a hipótese de que o Neoconcretismo e o Poema/Processo, movimentos artísticos e poéticos brasileiros, introduziram conceitos estéticos capazes de fundamentar uma abordagem crítica para a poesia eletrônica. (...) O corpus é formado por experiências poéticas eletrônicas de Erthos Albino de Souza, Fernando Nabais, Giselle Beiguelman e Rui Torres ["Poemas encontrados" e "Poemas no meio do caminho”].»

https://repositorio.ufjf.br/



O Diálogo Poético Intermediático de Rui Torres com Clarice Lispector MATHIAS, Arlete Aparecida (2014). O Diálogo Poético Intermediático de Rui Torres com Clarice Lispector. In: Darandina Revisteletrônica – Programa de Pós-Graduação em Letras/ UFJF, 6(2). ISSN: 1983-8379

«Pontos de convergência entre o conto impresso “Amor” (1960) de Clarice Lispector e a releitura eletrônica do poema hipermídea “Amor de Clarice” (2005) de Rui Torres estão neste artigo. Na releitura Torres usa o computador como máquina semiótica sem abandonar a emoção humana tema da obra reportada e apesar de utilizar recursos midiáticos para diluir valores estéticos tradicionais, uma nova relação entre o autor, a obra e o leitor é criada. O receptor com um click interfere no poema e torna-se coautor com Torres.»

https://periodicos.ufjf.br/



A leitura em ambiente digital: Transliteracias da comunicação BONACHO, Fernanda (2013). A leitura em ambiente digital: Transliteracias da comunicação. Tese de Doutoramento em Ciências da Comunicação, especialidade Comunicação e Linguagem. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Orientação de Maria Augusta Babo.

«Desde que o texto electrónico se tornou um espaço híbrido, onde se fabricam sentidos na exigência e volubilidade do mundo físico e virtual, o encontro com a literatura electrónica materializa na tessitura da escrita uma experiência interpretativa profundamente individualizada a cada instante de leitura online. (...) No quarto capítulo [desta tese] ilustramos a discussão com a análise de três casos de leitura em ambiente digital: a ficção digital de Kate Pullinger, o trabalho de poesia hipertextual e hipermédia de Rui Torres [8 brincadeiras para Salette Tavares"; "Mar de Sophia"; "Amor-Mundo ou a vida, esse sonho triste"] e os livros digitais da equipa da Biblioteca de Livros Digitais, coordenada por Carlos Correia.»

http://run.unl.pt/handle/10362/10379



Analyzing Electronic Poetry. Three Examples of Textualities in Digital Media DI ROSARIO, Giovanna (2013). Analyzing Electronic Poetry. Three Examples of Textualities in Digital Media<. In: Primerjalna književnost, 36(1). Ljubljana, p. 25-39.

«O objetivo deste artigo é mostrar e analisar as diferentes textualidades propostas pela poesia eletrónica. Para ilustrar as diferentes textualidades que a linguagem poética pode criar dentro dos poemas, serão oferecidas leituras atentas de “Hospital Tent”, de Tony Barnstone, “i made this. you play this. we are enemies," de Jason Nelson, e "Poemas no meio do caminho", de Rui Torres. Ao analisar os referidos poemas, tentaremos explicar como a poesia lida com as possibilidades descobertas pelo “novo” meio digital.»

https://elmcip.net/



Poesia na rede: a palavra no meio do caminho de um território mutante PAGOT, Suzana Maria Lain (2013). Poesia na rede: a palavra no meio do caminho de um território mutante. Tese de Doutoramento em Letras. Programa de Pós-Graduação em Letras do Instituto de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Orientação de Maria da Glória Bordini.

«Esta tese investiga Poemas no meio do caminho, obra de Rui Torres (2008), poeta português, objetivando examinar as especificidades da estrutura dos poemas, a fim de delinear o lugar da palavra na poesia digital. O estudo confronta a natureza da tecnologia digital com a da poesia, observando que, na interface desse encontro, o processo de organização estrutural do poema torna-se contíguo a dois outros: a equipolência entre os signos e a reversibilidade interativa que se tornam elementos constitutivos da obra.»

https://hdl.handle.net/10183/78138



Revista Anuário de Literatura, 18(2) PETRIN GRANDE, Keilla Conceição (2013). Amor(es) de Clarice e Rui Torres. In: Revista Anuário de Literatura, 18(2), Universidade Federal de Santa Catarina. DOI: 10.5007/2175-7917.2013v18n2p139. ISSNe 2175-7917

«Este trabalho, buscando demonstrar uma das várias formas de diálogo entre as literaturas de expressão portuguesa, propõe uma análise do conto Amor, de Clarice Lispector e do poema Amor de Clarice, de Rui Torres. Levando em consideração que o poema parte de um texto preexistente, ou um “hipotexto”, segundo definição de Genette, analisaremos essas produções sob a ótica da tradução intersemiótica, de acordo com os trabalhos de Julio Plaza e Claus Clüver, já que esses teóricos tratam a “tradução” menos como uma transferência de sentido do original, que deve a ele se subordinar, que uma atividade a qual implica criação, portanto, transformação.»

http://doi.org/10.5007/



Scripting Reading Motions: The Codex and the Computer as Self-Reflexive Machines PORTELA, Manuel (2013). Scripting Reading Motions: The Codex and the Computer as Self-Reflexive Machines. Mass: The MIT Press. 424 pp. ISBN: 9780262019460

«Em Scripting Reading Motions, Manuel Portela explora o uso expressivo de formas de livro e meios programáveis em obras experimentais de literatura impressa e electrónica e encontra um jogo autoconsciente com a dinâmica da leitura e da escrita. Portela examina uma série de trabalhos impressos e digitais de Johanna Drucker, Mark Z. Danielewski, Rui Torres ["Poemas no meio do caminho"; "Húmus Poema Contínuo"; "Amor de Clarice"; "Mar de Sophia"], Jim Andrews e outros, pelos insights que eles produzem sobre as ações semióticas e interpretativas por meio das quais os leitores produzem significado ao interagir com os códigos.»

https://mitpress.mit.edu/



Poemas no meio do caminho BORRÀS, Laura (2012). Witnessing Poetry: mismidad y alteridad de la lectura en Poemas no meio do caminho de Rui Torres. In: R. Torres, Poemas no meio do caminho. CD-ROM. Porto: Ed. UFP. ISBN: 978-989-643-082-5

«Rui Torres introduce en esta obra al lector como núcleo de la reflexión. El lector, una pieza que en la era digital recupera una parte del protagonismo perdido, eclipsado por la potencia de los discursos sobre la figura del autor o bajo la losa del propio texto como espacio privilegiado de análisis e incluso enrarecido por las brumas de lo contextual.»

http://telepoesis.net/



Poemas no meio do caminho MOURÃO, José Augusto (2012). Acerca dos Poemas no Meio do Caminho de Rui Torres. In: R. Torres, Poemas no meio do caminho. CD-ROM. Porto: Ed. UFP. ISBN: 978-989-643-082-5

«O trabalho de Rui Torres, único, na senda de Pedro Barbosa, ilustra bem a tópica de Lotman: a explosão e a cultura convém certamente àquilo que acontece na passagem do livro impresso ao livro digital. (...) A obra de Rui Torres ilustra bem aquilo que entendemos desde Peirce por semiose. (...) Em última instância, o caminho, como o sopro da vaga, não se encontra nunca desenhado.»

http://telepoesis.net/



Poemas no meio do caminho FAJARDO, Luís Cláudio Costa (2012). No meio do caminho tinha uma pedra..... In: R. Torres, Poemas no meio do caminho. CD-ROM. Porto: Ed. UFP. ISBN: 978-989-643-082-5

«Os Poemas no Meio do Caminho trilham uma trajetória labiríntica onde os versos ecoam e as palavras sinalizam novas possibilidades semânticas. Poemas no meio do Caminho, projeto liderado por Rui Torres pode ser caracterizado como um híbrido de poesia generativa e poesia interativa (...).»

http://telepoesis.net/



Poemas no meio do caminho PORTELA, Manuel (2012). O poema no caminho do leitor e o leitor no caminho do poema. In: R. Torres, Poemas no meio do caminho. CD-ROM. Porto: Ed. UFP. ISBN: 978-989-643-082-5

«Como outras obras de Rui Torres, Poemas no meio do caminho (2008) baseia-se na virtualização dos textos usados como matriz. (...) Ao oferecer ao leitor a possibilidade de intervir nesse fl uxo e codeterminar uma instanciação material do texto-matriz, Poemas no meio do caminho permite que o sentido seja experimentado como efeito da semiose, isto é, da substituição constante de uns significantes por outros.»

http://telepoesis.net/



Autoauthor, Autotext, Autoreader: The Poem as Self-assembled Database PORTELA, Manuel (2012). Autoauthor, Autotext, Autoreader: The Poem as Self-assembled Database. In: Writing Technologies, 4, pp. 43-74. ISSN: 1754-9035

«Rui Torres é um dos muitos autores que têm utilizado a programação informática para investigar regras e padrões incorporados em determinados processos de escrita. Na verdade, os seus trabalhos parecem comprovar as conjecturas de Calvino e OuLiPo sobre a escrita como uma exploração material de regras e restrições que são internas ao código linguístico. [Sobre: "Mar de Sophia"; "Amor de Clarice"; "Húmus Poema Contínuo"]»

https://www.ntu.ac.uk/



Revista de Estudos Literários PORTELA, Manuel (2012). Autoautor, autotexto, autoleitor: o poema como base de dados. In: Revista de Estudos Literários. Literatura no século XXI, 2. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, pp. 203-240. ISSN: 2182-1526

«Da maioria das obras de Rui Torres para computador pode dizer-se que funcionam, ao mesmo tempo, como obra nova e como análise crítica dos textos-fonte, objetivando os processos de criação textual. Analisadas enquanto metatextos, isto é, enquanto descritores estruturais e estilísticos dos textos de partida, são úteis para a compreensão dos procedimentos gerativos a nível gramatical, discursivo e narrativo. [Sobre: "Mar de Sophia"; "Amor de Clarice"; "Húmus Poema Contínuo"]»

http://impactum-journals.uc.pt/rel/



Electronic Poetry. Understanding Poetry in the Digital Environment DI ROSARIO, Giovanna (2011). Electronic Poetry. Understanding Poetry in the Digital Environment. PhD Dissertation. University of Jyvaskyla, Finland.

«Este estudo tem como objeto principal de pesquisa as novas formas de poesia baseadas na informática e situa-se nos campos da teoria crítica, hermenêutica, semiótica do texto e cultura digital. (...) Este trabalho estuda apenas poemas eletrônicos criados para serem lidos no computador acessível online. Oferece leituras atentas de 35 poemas eletrónicos em 5 idiomas diferentes (inglês, francês, italiano, português e espanhol). [Capítulo 6: Poema Generativo: Poemas no meio do caminho de Rui Torres].»

https://jyx.jyu.fi/dspace/



Romance Notes 51(3) - Literature and Media PORTELA, Manuel (2011). Between Code and Motion: Generative and Kinetic Poetry in French, Portuguese, and Spanish. In: Romance Notes, 51(3), pp. 305-333. DOI: 10.1353/rmc.2011.0038

«Este artigo analisa obras de poesia eletrónica em francês, português e espanhol. (...) Um dos autores que tem utilizado a programação informática para investigar regras e padrões incorporados em processos específicos de escrita é Rui Torres. [Sobre: "Amor de Clarice"]»

http://muse.jhu.edu/



Revista Plurais, 1 SANTOS E SILVA, Débora Cristina & SILVA, Carlos Augusto Moraes (2011). Rui Torres e Clarice Lispector: poéticas intermédia. In: Revista Plurais, 1. Anápolis, Universidade Estadual de Goiás, pp. 124-146. ISSN: 2238-3751

«Este ensaio apresenta os pontos de convergência entre a ficcionista brasileira Clarice Lispector e o poeta português Rui Torres, tendo, enquanto corpus de análise, o poema hipermídia “Amor de Clarice” (2005), este último, construído a partir do conto “Amor”, da autora de Laços de Família (1960). Numa abordagem comparativista, tendo como enfoque o impacto da tecnologia sobre o cenário sociocultural da atualidade, busca-se, igualmente, analisar a relação autor-obra-leitor, com o advento das novas tecnologias da informação e do uso do computador enquanto máquina semiótica.»

http://www.revista.ueg.br/



Questões de literatura na tela SANTOS, Alckmar Luiz dos (2011). Novas estratégias de antropofagia na literatura digital. In: M. Rettenmaier & t. Rösing, orgs. Questões de literatura na tela. Passo Fundo: Ed. Universidade de Passo Fundo, pp. 37-72. ISBN: 978-85-7515-725-1

«(...) ler Amor de Clarice, de Rui Torres, pode ser uma magnífica experiência, em todos os sentidos. Primeiramente, pela beleza visual, sonora e verbal, evidente desde os primeiros contatos com a obra. Em segundo lugar (não necessariamente em ordem de importância), pela instigante experiência de ver como Rui nos permite entender melhor os mecanismos, elementos e processos acima apresentados por meios de apropriações (ou contraposições) de feitio antropofágico (...).»

https://www.scribd.com/



A escrita electrónica: o Poemário de Rui Torres MOURÃO, José Augusto (2010). A escrita electrónica: o Poemário de Rui Torres. In: Comunicação, Cognição e Media, VOLUMES 1 e 2. Org. Augusto Soares da Silva, José Cândido Martins, Luísa Magalhães e Miguel Gonçalves. Braga, Publicações da Faculdade de Filosofia, Universidade Católica Portuguesa / ALETHEIA – Associação Científica e Cultural, pp. 765-778. ISBN: 978-972-697-194-8

«O Poemário de Rui Torres faz parte daquelas obras que, de forma inédita, deslocam as linhas de partilha entre os regimes de apresentação sensível e as formas de expressão com que comummente a nossa tradição literária lida. É, nesta perspectiva, um trabalho crítico, político, no sentido em que desloca as linhas de separação no interior do tecido consensual do real, misturando as linhas de separação que configuram o campo consensual do dado, fracturando e multiplicando o real que se ficcionaliza sob um modo polémico. É, pois, uma prática da dissensão, a entender como o conflito de vários regimes de sensorialidade e um gesto que bem pode situar-se na afirmação de Mallarmé: “La Destruction fut ma Béarrice”!»

https://telepoesis.net/

https://repositorio.ul.pt/
(Índice de Atas)



Espaço e poesia na comunicação em meio digital FERREIRA, Ana Paula (2010). Espaço e poesia na comunicação em meio digital. Tese de Doutoramento em Comunicação e Semiótica. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Orientador: Lucia Santaella.

«Esta tese investiga as possibilidades que o meio digital abre para o texto poético, assim como as consequências que os ambientes do ciberespaço podem trazer para esse tipo de trabalho. Dentre os objetos de análise estão: Dreamlife of Letters, de Brian Kim Stefans, Amor-mundo ou a vida esse sonho triste, de Rui Torres, Nuno M. Cardoso, Jared Tarbell, Filipe Valpereiro, Nuno F. Ferreira, Luís Aly e Sérgio Bairon, O Palavrador, de Fernando Aguiar, Álvaro Andrade Garcia, Chico Marinho, Alckimar Luiz dos Santos e Tania Fraga, Community of Words, de Silvia Laurentiz e Martha Gabriel, Interpoesia, de Philadelpho Menezes e Wilton Azevedo, Poemas Encontrados de Rui Torres, Jared Tarbel e Nuno Ferreira, SOS, de Augusto de Campos, Pessoa, de Arnaldo Antunes. [Sobre: "Amor-mundo ou a vida esse sonho triste"; "Amor de Clarice"; "Poemas encontrados"; "Poemário"; "Poemas no meio do caminho"].»

https://sapientia.pucsp.br/



A interactividade na poesia digital TAVARES, Otávio Guimarães (2010). A interactividade na poesia digital. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Florianópolis, Brasil.

«Esta dissertação tem como objetivo compreender a interatividade na obra de arte digital, sob a perspectiva da fenomenologia de Maurice Merleau-Ponty. Para tanto, conjugo um objetivo geral - mapear mecanismos e estratégias de interatividade no poema digital - e um objetivo específico - ler a obra Amor de Clarice, de Rui Torres - com o intuito de poder entendê-los melhor através de um constante diálogo entre esses objetos de estudo, no como se cruzam, para, finalmente, buscar a compreensão dos processos de interatividade na obra de arte digital.»

http://repositorio.ufsc.br/



Revista de Letras, 50(2) TAVARES, Otávio Guimarães (2010). Considerações acerca do código fonte na poesia digital. In: Revista de Letras, 50(2). Ciência e literatura / Science and Literature, UNESP Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, pp. 447-467.

«Este artigo tem como objetivo mapear e analisar alguns aspectos da ciência da computação, quais sejam, no como afetam a criação, fruição estética e modo de operar da poesia digital. (...) Quando lemos um poema digital como Amor de Clarice (TORRES, 2005) ou o Palavrador (MARINHO et al., 2006) olhamos a face externa da obra literária digital, ou melhor, olhamos como ela se apresenta ao leitor da mesma forma que se observa um quadro.»

http://www.jstor.org/stable/41634271



Le Livre e o Sintext: A simulação do sonho de Mallarmé através da poética digital de Pedro Barbosa FAJARDO, Luís Cláudio Costa (2009). Le Livre e o Sintext: A simulação do sonho de Mallarmé através da poética digital de Pedro Barbosa. Dissertação de Mestrado defendida na PUC-SP. Orientação: Luis Carlos Petry.

«O projeto de dissertação (...) pretende evidenciar a relação existente entre duas obras distantes no tempo, porém íntimas em seus ideais poéticos: a obra inacabada de Mallarmé conhecida como Le Livre, idealizada no século XIX e o sintetizador de textos em meio digital, o Sintext, projeto antológico da ciberliteratura, concebida por Pedro Barbosa e José Manuel Torres em 2001. (...) O processo realizado através de uma operação combinatória com os versos do poema, permitirá infinitas possibilidades recombinantes de tais versos (...). [Sobre: "Poemas no Meio do Caminho"; usa o "Poemário" no processo]»

https://sapientia.pucsp.br/



Lirismo verbal e virtual: travessia de sentidos. Florbela Espanca e Rui Torres, um caso erótico na construção poético lírica PAIVA, Natascha Gomes (2009). Lirismo verbal e virtual: travessia de sentidos. Florbela Espanca e Rui Torres, um caso erótico na construção poético lírica. Dissertação de Mestrado em Literatura e Critica Literária da PUC de São Paulo. 128 pp.

«O tema de investigação desta dissertação é o lirismo erótico verbal e virtual em sonetos de Florbela Espanca (1894 1930) e nos versos/poemas digitais ["Amor-mundo ou a vida, esse sonho triste"] de Rui Torres (1973). (...) O objetivo é analisar o lirismo nas produções poéticas de ambos os poetas, apontando para as semelhanças e diferenças que as duas formas líricas manifestam.»

https://sapientia.pucsp.br/



Cibertextualidades, 3 - Produção de conhecimento em meios digitais PORTELA, Manuel (2009). flash script poex: a recodificação digital do poema experimental.

«In: Cibertextualidades, 3. Porto: Ed. UFP, pp. 43-58. ISSN 1646-4435

«Neste artigo analiso as releituras digitais dos poemas experimentais contidas no arquivo digital PO-EX, projecto desenvolvido pelo Centro de Estudos sobre Texto Informático e Ciberliteratura (CETIC) da Universidade Fernando Pessoa (Porto, Portugal). Considero, em particular, a forma como a poética experimental é aplicada e transformada nos processos de remediação electrónica de um conjunto de textos de E. M. de Melo e Castro, Herberto Helder, José-Alberto Marques, Salette Tavares e António Aragão.»

https://hdl.handle.net/10284/1357



Neohelicon, 36(2) SANTOS, Alckmar Luiz dos (2009). New strategies of anthropophagy in Brazilian/Portuguese digital literature. In: Neohelicon, 36(2). Akadémiai Kiadó/Springer Science, pp. 489–502. DOI: 10.1007/s11059-009-0017-1. ISSN: 0324-4652. eISSN: 1588-2810

«Este artigo pretende discutir um exemplo de criação literária digital contemporânea, baseada na antropofagia como mecanismo cultural. Oswald de Andrade, um dos líderes do modernismo brasileiro, publicou seu Manifesto Antropófago em 1928, onde defendia que “só me interessa o que não é meu”. (...) Essa atitude seria importante para compreender não apenas processos culturais, mas também poderia descrever algumas estratégias de criações literárias digitais contemporâneas, como Amor de Clarice, criada pelo artista e intelectual português Rui Torres.»

https://link.springer.com/



Revista da FCHS da UFP REIS, Pedro (2005). [Recensão] Amor de Clarice.. In: Revista da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, 2. Porto: Ed. UFP, pp. 352-354. ISSN: 1646-0502

«Considerar o silêncio, a indiferença e a recusa em adoptar qualquer gesto legitimador como resposta à produtividade poética tecnológica arrisca-se a constituir na prática uma atitude castradora, na medida em que pode contribuir para reprimir, inibir ou obscurecer o florescimento de trabalhos verdadeiramente inaugurais, capazes de extrair dos novos média interessantes potencialidades significantes, como é demonstrado pela obra de Rui Torres.»




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